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O Sexto Segredo de Medjugorje Explicado
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O Sexto Segredo de Medjugorje

O Quê: a Grande Fome, o Terceiro Cavaleiro e o Terceiro Selo do Apocalipse.
Quando: cerca de sete anos, de meados de 2013 até meados de 2020, tornando-se mais acentuada a meio desse período.
Onde: sendo os países da Europa os mais afectados, será menos sentida nos Estados Unidos, no Canadá, no Japão, na Austrália, na Coreia do Sul e noutros países ricos. Os países menos desenvolvidos serão menos afectados.
Quem: de uma forma ou de outra, quase todas as pessoas na Terra serão afectadas.
Porquê: os países ricos serão muito mais afectados do que os países pobres, pois estes têm tendência para cultivarem os seus próprios alimentos localmente, ao passo que os países ricos possuem sistemas de processamento e de distribuição longos e complexos. A fome resultará em parte do medo e do desespero que, nessa época, tomará conta de todo o mundo, e também de rupturas na produção, processamento e distribuição de alimentos, causadas pela III Guerra Mundial (o Quarto Segredo) e pela grave desordem civil (o Quinto Segredo).

Introdução

Em muitas ocasiões, em muitos lugares, por toda a história da Humanidade, houve episódios de fome. Porém, esta fome será muito diferente, por diversas razões:

1. Afectará praticamente todo o mundo, em vários graus, consoante o local.
2. Será mais grave nos países mais desenvolvidos e menos grave nos países menos desenvolvidos.
3. Coincidirá com o arrependimento e a conversão de todas as Igrejas Cristãs, resultando na união com a Igreja Católica.
4. Foi prenunciada pelas fomes referidas no Antigo Testamento.
5. Foi prenunciada pelo próprio Jesus na parábola do Filho Pródigo.
6. Ocorrerá durante a primeira parte da tribulação.
7. Será diferente de qualquer outra fome alguma vez registada.
8. Outro tipo de fome, durante a qual muitos fiéis serão privados da Eucaristia, começará durante esta fome e continuará depois; a privação da Eucaristia ocorrerá nos territórios ocupados durante e após a III Guerra Mundial.
9. Esta grande fome prenunciará uma fome ainda maior, num futuro distante, durante a segunda parte da tribulação.
10. Esta grande fome prenunciará o reino de quase sete anos do Anticristo, num futuro distante, durante a segunda parte da tribulação.

Não subestime a gravidade desta fome.

O Sexto Segredo na Sagrada Escritura

Foi uma fome de sete anos que levou a família de José ao Egipto.

[Livro do Génesis]
{41,27} E as sete vacas magras e feias, que subiam em segundo lugar, são sete anos; e as sete espigas raquíticas e ressequidas pelo vento do oriente são sete anos. Serão sete anos de fome.

{41,54} sobrevieram os sete anos da fome, como José predissera. Houve fome em todos os países, mas no Egipto havia pão.
{41,55} Quando a fome começou a manifestar-se no Egipto, o povo clamou por pão ao faraó; mas o faraó respondeu aos egípcios: “Ide ter com José; fazei o que ele vos disser”.

Certamente que houve uma fome muito grande no tempo dos Patriarcas. Mas, nessa época, a fome era um prenúncio desta fome futura: “Houve fome em todos os países, mas no Egipto havia pão.” Portanto, a fome do Sexto Segredo terá praticamente uma extensão global (com diversos tipos de gravidade), mas no Egipto haverá comida. Nesta passagem, o Egipto representa os países árabes/muçulmanos (do Médio Oriente e do Norte de África) que combaterão na III Guerra Mundial. Nestes países, haverá comida, pois tomá-la-ão pela força aos países que conquistarão durante a guerra.

No verso 55, as pessoas têm fome, não só de comida, mas também de alimento espiritual. Por isso, dirigem-se ao faraó, que representa o governo secular dessa época. Mas nem os governos terão maneira de explicar os acontecimentos, desde o Aviso até a esta grande fome. Daí que o envio do povo a José, para que este os ajude, por parte do faraó, represente o facto de até os líderes e governos seculares se voltarem para a Igreja Católica para que esta lhes dê ajuda e orientação, para que esta dê às pessoas alimento espiritual. O resultado desta procura de respostas e orientação junto da Igreja Católica será um arrependimento e uma conversão das Igrejas Protestantes e Ortodoxas, bem como a união de ambas com a Igreja Católica.

Esta mesma fome é referida nos Salmos.

[Salmos]
{104:16} E chamou a fome sobre a terra, e retirou-lhes todo o sustento do pão.

O salmista diz-nos que a fome durante a época de José foi causada por Deus, não pela Natureza nem por acções humanas. Assim acontecerá também com a fome do Sexto Segredo; a grande fome será trazida ao mundo pela Providência de Deus. Se não houvesse no mundo pecados graves, não haveria razão para esta fome.

O próprio Jesus Cristo predisse esta fome, através da parábola do Filho Pródigo. A relação entre a unificação e a fome é também apresentada por Jesus nesta parábola.

[Lucas]
{15,12} O mais novo disse ao pai: “Pai, dá-me a parte dos bens que me corresponde”. E o pai repartiu os bens entre os dois.
{15,13} Poucos dias depois, o filho mais novo, juntando tudo, partiu para uma terra longínqua e por lá esbanjou tudo quanto possuía, numa vida desregrada.
{15,14} Depois de gastar tudo, houve grande fome nesse país e ele começou a passar privações.
{15,15} Então, foi colocar-se ao serviço de um dos habitantes daquela terra, o qual o mandou para os seus campos guardar porcos.
{15,16} Bem desejava ele encher o estômago com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava.
{15,17} E, caindo em si, disse: “Quantos jornaleiros de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome!
{15,18} Levantar-me-ei, irei ter com meu pai e vou dizer-lhe: “Pai, pequei contra o Céu e contra ti;
{15,19} já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus jornaleiros”.”
{15,20} E, levantando-se, foi ter com o pai. Quando ainda estava longe, o pai viu-o e, enchendo-se de compaixão, correu a lançar-se-lhe ao pescoço e cobriu-o de beijos.
{15,21} O filho disse-lhe: “Pai, pequei contra o Céu e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho”.
{15,22} Mas o pai disse aos seus servos: “Trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha; ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés.
{15,23} Trazei o vitelo gordo e matai-o; vamos fazer um banquete e alegrar-nos […]”.

Assim como o Filho Pródigo caiu em si durante um período de grande fome, também as Igrejas Cristãs não-católicas cairão em si durante a Grande Fome. Assim como o Filho Pródigo regressou para se unir à sua família, por haver abundância de pão na casa do pai, também as Igrejas Protestantes regressarão para se unirem à Igreja Católica, por haver abundância de graças concedidas pela Sagrada Eucaristia. De 2017 a 2019, as Igrejas Protestantes arrepender-se-ão e converter-se-ão, e, ao fazerem-no, a fome tornar-se-á menos severa. A partir daí, de 2020 a 2023, a Igreja Católica será reestruturada, de modo a incluir todas as antigas Igrejas Protestantes e todas as Igrejas de Leste, bem como o Rito Latino da Igreja Católica. Quando se iniciar esta reestruturação, a fome terminará. E, à medida que a reestruturação continua, os recursos alimentares aumentam de tal forma que, por volta de 2023, os haverá abundância. Portanto, será apenas através do arrependimento e da conversão das Igrejas Protestantes e Ortodoxas, bem como da sua unificação com a Igreja Católica, que a fome termina, sendo substituída, primeiro, por alimento suficiente e, depois, por abundância.

Para além da relação entre a grande fome e a unificação de todas as Igrejas Cristãs numa única Igreja Católica, existe também uma relação entre a grande fome, a unificação e a perseguição aos cristãos.

[Lucas]
{21,9} Quando ouvirdes falar de guerras e revoltas, não vos alarmeis; é preciso que estas coisas sucedam primeiro, mas não será logo o fim.
{21,10} Disse-lhes depois: “Há-de erguer-se povo contra povo e reino contra reino.
{21,11} Haverá grandes terramotos e, em vários lugares, fomes e epidemias; haverá fenómenos apavorantes e grandes sinais no céu.
{21,12} Mas, antes de tudo, vão deitar-vos as mãos e perseguir-vos, entregando-vos às sinagogas e metendo-vos nas prisões; hão-de conduzir-vos perante reis e governadores, por causa do meu nome.
{21,13} Assim, tereis ocasião de dar testemunho.

A perseguição e testemunho dos versos 12 e 13 referem-se à reacção do mundo relativamente aos três primeiros segredos de Medjugorje (o Aviso/Dia do Arrependimento; o Dia da Consolação; o Milagre/Dia da Cura). O mundo sentirá um grande medo nessa época. Assim sendo, incapazes de explicar esses acontecimentos apenas através da razão, muitas pessoas recorrerão, com uma atitude de desdém, aos fiéis em busca de uma explicação. Algumas pessoas tentarão até perseguir os católicos, mas em vão, pelo menos nessa época. Alguns líderes seculares recorrerão aos católicos para obterem uma explicação acerca desses acontecimentos.

Ao mesmo tempo, haverá guerra, desordem civil, fome e morte com diversas origens. À medida que a guerra se desenrola e que comecem a ser conquistados e ocupados diversos territórios, os extremistas oprimirão e perseguirão os cristãos. A fome começará logo após o início da guerra, terminando assim que ela termine; mas a perseguição aos cristãos continuará mesmo depois da guerra. A fome, bem como os acontecimentos dos três primeiros segredos, será a razão que levará os Protestantes e os Ortodoxos a unirem-se à Igreja Católica. Porém, essa união encherá de medo os extremistas muçulmanos (mas não os muçulmanos devotos à oração a Deus); os extremistas recearão que uma Igreja Católica Cristã unificada lhes roube seguidores e que mine o seu poder no mundo. Temerão a Igreja Católica devido aos acontecimentos dos primeiros três segredos, que eles não saberão explicar ou refutar. Por isso, subjugarão, oprimirão e perseguirão os cristãos nos territórios que tiverem conquistado durante a III Guerra Mundial, e fá-lo-ão de uma forma crescente, sobretudo depois da guerra e da unificação.

Porém, na época do grande Concílio Ecuménico de 2028 a 2032 (que confirmará a unificação e responderá aos problemas daí advindos, e que ensinará muitas doutrinas de forma infalível), os extremistas muçulmanos estarão firmemente convencidos de que deverão destruir o Cristianismo. O Aviso e o Milagre tê-los-ão enchido de medo; a vitória na III Guerra Mundial tê-los-á tornado arrogantes; o posterior medo que sentirão perante a unificação e perante o sucesso deste Concílio acabarão por convencê-los a destruir a fé cristã, primeiro dentro do vasto território ocupado (Norte de África, Médio Oriente, Europa, parte da Europa de Leste e Escandinávia), depois por todo o mundo. Começando no final da década de 2020 e prosseguindo até meados da década de 2030, massacrarão os cristãos que recusem converter-se ao Islamismo, no território que terão sob controlo. Este será o Oitavo Segredo (ou seja, o Quinto Selo do Livro do Apocalipse); consulte o artigo que lhe diz respeito. Depois, pelas mesmas razões, decidem que devem destruir ou conquistar os outros países não muçulmanos (os países cristãos). A ameaça de uma guerra nuclear é iminente, pois, por essa altura (meados de 2030), eles terão controlo sobre muitos mísseis balísticos nucleares intercontinentais. Os Aliados atacarão primeiro, por absoluta necessidade, desenrolando-se de seguida a IV Guerra Mundial, que será uma guerra totalmente nuclear, o Nono Segredo; consulte o artigo correspondente.

O que pretendo sublinhar é que a grande fome (o Sexto Segredo) será uma das causas da unificação e que a unificação será uma das causas do grande martírio (o Oitavo Segredo) e até da IV Guerra Mundial. Por isso, a grande fome não é apenas uma fome generalizada; é influenciada por, e influencia, outros segredos. De igual modo, todos os segredos estão estreitamente relacionados uns com os outros, tendo os três primeiros segredos uma influência que se estende a todos os outros.

Também os Actos dos Apóstolos previam esta grande fome.

[Actos dos Apóstolos]
{11,27} Nesses dias, uns profetas desceram de Jerusalém a Antioquia.
{11,28} Um deles, chamado Agabo, ergueu-se e, sob a inspiração do Espírito, predisse que haveria uma grande fome por toda a terra. Foi a que sobreveio no reinado de Cláudio.

É certo que, como diz a Sagrada Escritura, houve uma fome durante aquela época, no século I, no reinado de Cláudio. Todavia, esta previsão da Escritura tem um significado maior: prevê a grande fome do século XXI. Daí que a fome no reinado de Cláudio seja uma previsão da grande fome do nosso tempo. Embora a fome no reinado de Cláudio tenha sido grande, a grande fome do nosso tempo afectará quase todo o mundo, representando, por isso, uma realização mais completa dessa previsão.

[Livro do Apocalipse 6]
{6,5} Quando Ele abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente que dizia: “Vem”. Na visão, apareceu um cavalo negro. O cavaleiro tinha na mão uma balança.
{6,6} E ouvi algo semelhante a uma voz no meio dos quatro seres viventes que dizia: “Uma medida de trigo por um denário e três medidas de cevada por um denário, mas não estragues o azeite nem o vinho.”

O Sexto Segredo é a grande fome e também o Terceiro Cavaleiro e o Terceiro Selo. Este acontecimento resultará em grande medida da guerra e da desordem civil, bem como do medo originado pelos três primeiros segredos. Esta fome será diferente de qualquer outra fome da história humana, pois afectará mais os países ricos e desenvolvidos do que os países pobres. O símbolo de uma balança (ou escala) significa que a comida será racionada. Um denário era o pagamento de um dia de trabalho na época em que o Livro do Apocalipse foi escrito. Nessa época, o trigo era a comida dos ricos e a cevada era o sustento dos pobres. Por isso, dizer que um denário compra uma medida de trigo, mas três medidas de cevada, significa que a fome será mais acentuada nos países ricos e desenvolvidos do que nos países pobres. Antigamente, o azeite e o vinho eram artigos de luxo. Dizer “não estragues o azeite nem o vinho” significa que os artigos de luxo estarão disponíveis, mas que a comida escasseará.

Há algumas razões que explicam porque a grande fome afectará mais os países ricos do que os países pobres. Primeiro, serão essencialmente os países ricos que estarão envolvidos na guerra: os Estados Unidos e os países da Europa, bem como alguns dos aliados ricos dos Estados Unidos. Ficarão, por isso, mais afectados. Além disso, a fome será mais acentuada na Europa, por ser esse o palco da guerra.

Em segundo lugar, os países ricos têm longas e complexas cadeias de distribuição alimentar, ao passo que os países pobres tendem a cultivar os seus alimentos localmente. Nos países ricos, muitos alimentos são processados antes de serem distribuídos, ao passo que, nos países pobres, os alimentos tendem a ser mais simples. Por exemplo, uma batata é cultivada num estado, enviada para uma empresa noutro estado, para depois ser transformada num produto alimentar. Quando é processada, podem acrescentar-se outros ingredientes oriundos de outros estados ou mesmo de outros países. Em seguida, é enviada para outra empresa de venda por grosso, noutro estado, sendo depois enviada para os armazéns de produtos alimentares em diversos estados, e finalmente é distribuída para diversos supermercados por todo o país. A pequena batata tem de percorrer milhares de quilómetros até chegar ao prato. Num país pobre, a batata é cultivada localmente, vendida, cozinhada e comida. Ou então as pessoas cultivam-na nas suas propriedades e comem-na de imediato. O sistema de distribuição alimentar dos países ricos tornou-se absurdamente longo e complexo; consequentemente, será facilmente afectado pela guerra e pela desordem civil.

Em terceiro lugar, todo o mundo estará num estado de medo e de consternação, nessa época (excepto os membros mais fiéis da Igreja). Algumas pessoas dirão, incorrectamente, que é o fim do mundo. Surgirão muitas afirmações falsas e sensacionalistas. Haverá guerras e rumores de guerras. Haverá muitas mudanças na Igreja, na família, na sociedade e na política. Virá a ruína económica. Muitas pessoas morrerão e muitas outras ficarão extremamente pobres. Muitas pessoas serão deslocadas das suas casas; o enorme número de deslocados contribuirá de maneira significativa para esta fome. Como resultado de todos estes problemas, a desordem civil aumentará. Deste modo, o cultivo e distribuição de comida serão dificultados.

Em quarto lugar, o actual sistema de distribuição alimentar dos países ricos baseia-se na venda e compra. As trocas monetárias ocorrem muitas vezes desde o cultivo dos alimentos até ao respectivo consumo. Contudo, devido à ruína económica causada pela guerra e pela desordem civil, muitas empresas irão à falência e muitas pessoas terão pouco dinheiro para comprar comida. A inflação subirá em flecha, sobretudo no que se refere ao preço dos alimentos. Quanto mais vezes um produto alimentar for comprado e vendido antes de chegar ao consumidor, mais elevado será o seu preço. Se comprar batatas directamente ao agricultor, sair-lhe-á mais barato do que se as comprar a uma empresa que as comprou a outra empresa, que as comprou a outra empresa, que por sua vez as comprou ao agricultor. Porém, nos países mais pobres, quando as pessoas cultivam os seus próprios alimentos (e aproveitam as sementes para as colheitas seguintes), nem sequer precisam de dinheiro para terem comida.

A grande fome durará sete anos, desde meados de 2013 até meados de 2020. Antes de meados de 2013, haverá algumas quebras na distribuição de comida e inflação nos preços dos alimentos, bem como alguma dificuldade em obtê-los na quantidade, qualidade e variedade a que os países ricos estavam anteriormente habituados, mas não haverá uma fome imediata. Esta começará a acentuar-se em Julho de 2013, quando as forças extremistas árabes/muçulmanas atacarem Roma e o Vaticano com um míssil nuclear, durante a III Guerra Mundial. Antes, em 2010, terão feito explodir uma bomba nuclear (não um míssil) em Nova Iorque. Depois, em Julho de 2013, quando se tornar óbvio que eles possuem mísseis nucleares e que estão dispostos a utilizá-los em grandes centros populacionais, o mundo será lançado para um nível ainda maior de medo e de caos. Os problemas alimentares iniciais transformar-se-ão numa fome acentuada, sobretudo na Europa e nos países ricos.

A grande fome atingirá o seu pico no ano de 2015. De 2017 a 2019, decrescerá gradualmente, terminando em meados de 2020. Daí até 2023, os recursos alimentares aumentarão e haverá abundância em 2023.

O acontecimento que fará acabar a fome não resultará da política, de leis, da agricultura ou da economia. Esta fome apenas terminará com o arrependimento e a conversão das Igrejas Protestantes, bem como com a unificação de todos os cristãos numa única Igreja Católica. Este arrependimento e conversão ocorrerão de 2017 a 2019, terminando numa unificação formal, que levará cerca de 3 anos e meio (de meados de 2020 até ao final de 2023). Por essa altura, todos os cristãos serão católicos (à excepção de alguns indivíduos e grupos marginais). Apenas o arrependimento, a conversão e a unificação ditarão o fim da guerra, da desordem civil e da fome. Deus ficará de tal maneira agradado com este arrependimento, conversão e unificação que, pela Sua Graça e Providência, a guerra, a desordem civil e a fome terminarão.

Nada mais poderá acabar a fome.

por Ronald L. Conte Jr.
publicado no dia 9 de Abril de 2007

Que Deus o(a) encha de graças e de paz durante os anos difíceis que se avizinham.


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