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O Nono Segredo de Medjugorje Explicado
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O Nono Segredo de Medjugorje

O Quê: IV Guerra Mundial, que será o Sexto Selo, uma guerra nuclear global entre os Estados Unidos (e respectivos Aliados) e os extremistas árabes/muçulmanos nos seus países e territórios ocupados (ou seja, o vasto território conquistado na III Guerra Mundial, na década de 2010).
Quando: a IV Guerra Mundial começará em meados da década de 2030 (cerca de 2033/2034) e durará entre cerca de três anos e meio e quatro anos, até cerca de 2037.
Quem e Onde: os Estados Unidos e a Europa serão as regiões mais afectadas, juntamente com os países árabes/muçulmanos do Médio Oriente e do Norte de África. Nem a Rússia nem a China se envolverão de forma alguma neste conflito nuclear.
Porquê: os Estados Unidos atacarão primeiro, uma vez que, nessa altura, os extremistas terão em sua posse um grande número de mísseis balísticos nucleares intercontinentais e tencionarão utilizá-los (pretendendo destruir todos aqueles que se opuserem à sua versão extremista do Islão) e também porque os extremistas estarão, também nessa altura, a matar milhões de cristãos (o Oitavo Segredo) nos territórios ocupados, com a intenção de matar todos os cristãos que recusarem converter-se ao Islamismo.

IV Guerra Mundial

Esta guerra é influenciada, em grande medida, pelos acontecimentos dos segredos anteriores. O Aviso e o Milagre trarão aos extremistas muçulmanos não arrependidos (não aos muçulmanos devotos que se entregam à oração) um medo profundo do Cristianismo, bem como de todos os seus sinais, maravilhas, profecias, milagres e ensinamentos. O sucesso que os extremistas obterão com a vitória na III Guerra Mundial (permitida por Deus para castigar os pecadores) enchê-los-á de uma tal arrogância e altivez que ousarão achar-se donos de todo o mundo. Os muçulmanos sempre tiveram uma profecia de que o Islão conquistaria a Europa, o que acontecerá durante a década de 2010, com a III Guerra Mundial. Têm também uma profecia de que o Islão conquistará todo o mundo. É por isso que os extremistas pensarão que podem vencer esta guerra (mas não a vencerão, pois será vontade de Deus que eles saiam derrotados).

A perseguição aos cristãos na década de 2010 e, sobretudo, na de 2020 mostrou aos extremistas que não poderão fazer uso da opressão e da perseguição para forçar as conversões ao Islamismo e o abandono do Cristianismo. A unificação de todos os cristãos numa única Igreja Católica no início da década de 2020, bem como a sua decisão de sofrerem e de morrerem em vez de renunciarem à sua Fé, juntamente ainda com o sucesso do Grande Concílio Ecuménico (de 2028 a 2032), mais uma vez encherão os extremistas de um medo profundo do Cristianismo. Por conseguinte, decidirão massacrar, nos territórios ocupados, todos os cristãos que recusarem converter-se ao Islamismo. Este grande martírio de cristãos será o Oitavo Segredo. Levarão a cabo um extermínio, a extinção sistemática e intencional do Cristianismo nos países controlados. E, embora muitos cristãos se afastem da Fé, devido a todos os sofrimentos e dificuldades das décadas de 2010 e de 2020, ainda assim o número de cristãos fiéis será grande.

Quando o massacre tiver início (2028/2029 até meados da década de 2030) e aumentar de intensidade, os Estados Unidos e respectivos Aliados ficarão num dilema relativamente ao que fazer. Terão perfeita noção de que os extremistas estarão, nessa altura, na posse de muitos mísseis balísticos nucleares intercontinentais (de tipo fissão/fusão). Não verão, pois, nenhuma forma de encetarem uma guerra convencional. Os extremistas defenderão fortemente o seu território e terão um grande número de tropas. Os Estados Unidos e os seus Aliados terão ainda a desvantagem de estarem a milhares de quilómetros de distância dos territórios ocupados. Qualquer ataque convencional por parte dos Estados Unidos/Aliados teria como resposta um ataque com um míssil nuclear. Mas eles não quererão utilizar armas nucleares de tipo fissão/fusão (a partir de plutónio ou urânio) num primeiro ataque; o resultado imediato seria a morte de milhões de pessoas inocentes, mesmo que esse ataque apenas atingisse alvos militares. No entanto, o massacre organizado de cristãos nos territórios ocupados passará do intolerável para o inimaginável. Além disso, a ameaça de um ataque directo e não provocado, por parte dos extremistas, com um míssil nuclear será muito evidente.

Adicionalmente, os extremistas muçulmanos tencionarão destruir o Cristianismo em todo o mundo, para que possam implementar a sua versão extremista do Islão como a única religião do mundo e para que detenham o poder sobre os outros países (pois acham que é isso que lhes está destinado). Uma vez que os extremistas já terão anteriormente utilizado armas nucleares contra grandes cidades (Nova Iorque em 2010, Roma em Julho de 2013), uma vez que massacrarão posteriormente os cristãos aos milhões e uma vez que ficarão na posse de um grande número de mísseis balísticos nucleares intercontinentais, a ameaça será grande e inegável. O seu objectivo será destruir totalmente os países cristãos, sobretudo os mais poderosos, como os Estados Unidos.

Se os Estados Unidos não agirem, milhões de cristãos continuarão a ser mortos nos territórios ocupados. E, em seguida, os extremistas lançarão, a seu bel-prazer, um ataque nuclear em massa contra os Estados Unidos e outros países, de modo a destruírem o Cristianismo, pois será profundo o seu medo da Fé e insaciável o seu desejo de poder. Sim, eles ficarão sedentos de poder e desejarão conquistar e controlar todo o mundo.

Deste modo, a única opção será um primeiro ataque nuclear por parte dos Estados Unidos, utilizando uma nova arma desenvolvida durante o período entre guerras: a arma de fusão pura. Esta arma terá como grande vantagem a fusão nuclear sem fissão; não será necessário qualquer material radioactivo e, por isso, o seu efeito será quase nulo. Além disso, este tipo de armas poderá ser fabricado com uma intensidade mais pequena (uma força explosiva mais pequena), de modo a que a explosão fique limitada a uma área mais pequena. Se utilizassem esta arma, os Estados Unidos conseguiriam destruir um grande número de mísseis balísticos nucleares intercontinentais dos extremistas. Mas apenas e só se os Estados Unidos decidissem lançar um primeiro ataque em massa com armas de fusão pura.

Acontece que decidir partir ou não para a guerra equivalerá a decidir lançar ou não um primeiro ataque nuclear em massa com as novas armas de fusão pura (ainda não testadas convenientemente). Mas não haverá outra opção viável. Qualquer ataque com forças convencionais teria imediatamente como resposta um ataque nuclear com mísseis balísticos intercontinentais por parte dos extremistas, contra os Estados Unidos e respectivos Aliados. Todavia, a moralidade de um primeiro ataque por parte dos Estados Unidos será posta em causa por algumas pessoas. Felizmente, o enorme sucesso do Cristianismo Católico que aterroriza os extremistas será um farol para os Estados Unidos/Aliados. A decisão dos Estados Unidos será grandemente influenciada pelo grande monarca católico e pelo Papa denominado "Pastor Angélico" (Papa Rafael), que subirá ao poder nessa época (em meados da década de 2020). O Papa aprovará a moralidade desse ataque. O grande monarca católico será um líder político/militar proeminente que também aprovará o ataque.

O primeiro ataque nuclear ocorrerá em meados da década de 2030, provavelmente em 2033 ou em 2034. Este primeiro ataque com armas de fusão pura será bem sucedido apenas em parte. Os extremistas conseguirão contra-atacar, mas a eficácia deste ataque é incerta. Seria prudente se os Estados Unidos/Aliados desenvolvessem métodos para interceptar esses mísseis e para aplicar essas capacidades a uma tal escala; contudo, não sei quão prudentes eles vão ser neste campo. Em todo o caso, muitos mísseis nucleares serão lançados pelo inimigo.

A IV Guerra Mundial será terrível, mais terrível do que qualquer outra guerra na história mundial. Morrerão milhões e milhões de pessoas. Muitas cidades serão totalmente destruídas. O efeito nuclear causado pelas armas de fissão/fusão do inimigo será devastador. Os sobreviventes fugirão aos milhões das cidades para as montanhas, sem terem comida, água ou mantimentos suficientes.

A descrição desta guerra no Livro do Apocalipse encaixa na perfeição:

O Nono Segredo na Sagrada Escritura

[Apocalipse]
{6:12} E, quando Ele abriu o sexto selo, houve um grande terramoto e o Sol tornou-se negro, como um pano de crinas, e toda a Lua ficou como sangue.
{6:13} As estrelas caíram do céu à terra, como os figos verdes caem de uma figueira sacudida por um furacão.
{6:14} O céu foi afastado, como um livro que se enrola, e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
{6:15} Os reis da terra, os poderosos, os generais, os ricos, os fortes, todos, escravos e livres, se esconderam nas cavernas e nos rochedos das montanhas.
{6:16} E diziam às montanhas e aos rochedos: "Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que está sentado no trono, e da cólera do Cordeiro.
{6:17} Porque chegou o grande dia da sua cólera; e quem poderá resistir?"

Este "grande terramoto" poderá efectivamente ser um terramoto, mas também poderá ser, em termos figurativos, uma referência ao efeito da explosão das bombas nucleares. A referência à mudança de cor do Sol e da Lua significa que haverá um Inverno nuclear: as explosões nucleares lançarão tanta matéria para a atmosfera que a luz do Sol e da Lua diminuirá, parecendo ambos estar a mudar de cor. A imagem das estrelas a cair do céu refere-se aos mísseis nucleares, que estarão tão quentes como a superfície do Sol quando explodirem. A imagem da figueira é como a imagem de uma nuvem em forma de cogumelo, mais uma referência às explosões nucleares; os figos a cair representam os mísseis.

O versículo 14 indica, em termos figurativos, que os efeitos desta guerra nuclear serão globais; a guerra propriamente dita não será global, apenas os seus efeitos. Depois, devido aos efeitos radioactivos, as pessoas da Terra fugirão para as montanhas. Essas pessoas saberão que se tratará de um castigo de Deus, Aquele que está sentado no trono no Céu, e do Cordeiro, Jesus Cristo.

À medida que a guerra se desenrola, serão utilizadas muitas armas nucleares. Porém, esta guerra não será entre os Estados Unidos, a Rússia e/ou a China (como muitas pessoas previram incorrectamente). Em Medjugorje, tal como em Garabandal, a Virgem Maria disse que não iria haver uma guerra mundial, no sentido em que não iria haver uma guerra verdadeiramente global, em que todos os países estariam envolvidos, nem uma guerra que iria colocar todas as superpotências umas contra as outras. Será uma guerra entre os Estados Unidos/Aliados e os extremistas que, nessa época, terão conquistado a Europa numa guerra anterior. Essas duas guerras serão chamadas de III e IV Guerra Mundial; no entanto, embora num certo sentido sejam guerras mundiais, não serão guerras verdadeiramente globais.

Os Estados Unidos/Aliados serão impelidos a avançar para a guerra devido à ameaça iminente de um ataque nuclear por parte das forças extremistas árabes, e também devido ao massacre de milhões de cristãos nos territórios ocupados. Os Estados Unidos lançarão um primeiro ataque nuclear contra as forças extremistas árabes, a que se seguirá um ataque convencional por mar, ar e terra. As forças árabes responderão com um ataque nuclear (utilizando armas com grande efeito radioactivo). Esta guerra será a mais devastadora que a raça humana terá visto até então. Ambas as partes utilizarão muitas armas nucleares. Durante a guerra, os extremistas utilizarão armas nucleares até mesmo dentro da própria Europa, contra uma ou mais cidades entretanto capturadas pelos Aliados.

O grande monarca será um líder militar proeminente entre os Aliados. Contará com a bênção do Santo Papa, chamado Pastor Angélico (Papa Rafael/Zlatko Sudac). As suas tropas serão relativamente poucas, mas muito devotas. Os soldados dos Aliados pedirão a intercessão de Deus, dos Seus Anjos e da Virgem Maria, pois, sem eles, não venceriam. Conseguirão grandes feitos graças à oração e ao sacrifício. Esta guerra durará entre cerca de 3,5 e 4 anos e ocorrerá entre cerca de 2033/2034 até 2037. Os Aliados vencerão a guerra, conquistando todo o vasto território anteriormente ocupado pelos extremistas árabes/muçulmanos, derrotando-os até nos seus próprios países, mas a um preço altíssimo e terrível. O massacre de cristãos terminará, mas começarão o efeito radioactivo e o Inverno nuclear.

O Selo do Deus Vivo

Algures entre meados e finais da década de 2030, perto do fim, ou mesmo no fim, da IV Guerra Mundial, ocorrerá o acontecimento descrito no capítulo 7 do Livro do Apocalipse:

{7:1} Depois disto, vi quatro anjos, de pé sobre os quatro cantos da terra. Seguravam os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre as árvores.
{7:2} Depois, vi outro anjo que subia do Oriente, levando o selo do Deus vivo e gritando com voz forte aos quatro anjos, aos quais fora dado o poder de danificar a terra e o mar.
{7:3} E dizia: "Não danifiqueis a terra nem o mar nem as árvores, até que tenhamos marcado com um selo a fronte dos servos do nosso Deus".
{7:4} Ouvi também o número dos que foram assinalados: cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel.

O Selo do Deus Vivo não será dado a ninguém antes desta época (excepto ao Pastor Angélico) (alguns falsos profetas afirmaram que o Selo foi dado através deles, mas tal não é o caso). O Selo será dado por Anjos, não por seres humanos, nem por padres, e não como resultado de devoções, orações ou peregrinações particulares. O Selo será um sinal visível na testa dos que o receberem (muitos séculos mais tarde, de forma perversa, o Anticristo imitará este Selo, marcando os seus seguidores na testa ou na mão com o seu próprio selo). Para a maioria das pessoas, o Selo terá o símbolo de uma Cruz na testa. Contudo, esse símbolo variará de pessoa para pessoa, pois todos somos criaturas únicas aos olhos de Deus. Aqueles que receberem o Selo receberão também bênçãos e graças espirituais, bem como a protecção da providência (por vezes miraculosa) de Deus para os sofrimentos seguintes, os das Seis Trombetas do Sétimo Selo. Estas bênçãos variarão igualmente de pessoa para pessoa, consoante lhes for mais adequado e consoante a vontade de Deus.

A única pessoa a receber o Selo antes desta época será o Pastor Angélico. Actualmente (2007), o Pastor Angélico é um simples padre oriundo da costa da Croácia, o Pe. Zlatko Sudac. Entre meados e finais da década de 2020, tornar-se-á no Papa Rafael, o Pastor Angélico que trabalhará com o grande monarca católico para curar a Igreja e o mundo. O Pe. Zlatko Sudac recebeu o Selo em 1999, o sinal visível da Cruz na testa. O Selo será acompanhado de bênçãos e graças espirituais para a alma, bem como de protecção da divina providência para a pessoa que receber o Selo.

O número de pessoas que irão receber o Selo é simbólico, não literal. Homens, mulheres e crianças recebê-lo-ão, bem como alguns judeus e muçulmanos devotos. O sinal visível do Selo não será sempre uma cruz. Nem todos os cristãos católicos fiéis receberão o Selo, e nem todos os fiéis servidores de Deus. Muitas pessoas que, em geral, sejam fiéis e que estejam em estado de graça não receberão o Selo. Apenas alguns fiéis o receberão. Não sei de que modo essas pessoas serão escolhidas por Deus, mas serão maioritariamente cristãos católicos. Aqueles que não receberem o Selo poderão ser salvos na mesma e ir para o Céu.

Após a IV Guerra Mundial

Perder-se-ão muitas vidas humanas nesta guerra, bem como no massacre de cristãos que a precederá. Perder-se-ão mais vidas nesta guerra do que em todas as outras guerras anteriores somadas. Os Aliados vencerão a guerra, mas a um preço enorme. Muitas cidades ficarão praticamente destruídas. Os Estados Unidos passarão de uma superpotência a um país miserável e desgraçado, mergulhado num enorme caos. A Europa será libertada, mas a morte estará por todo o lado. Por todo o mundo se ouvirão lamentos e desgraças.

Aqueles que forem santos e sábios quererão que o grande monarca governe sobre o vasto território anteriormente ocupado pelas forças árabes extremistas. Mas os insensatos discordarão desta posição e ridicularizarão todos os que a defenderem; os meios de comunicação social (o que restar deles) apoiarão os insensatos e atacarão a ideia de um reinado do grande monarca. Tornar-se-á certo e claro que esta intenção (de que o grande monarca governe sobre o vasto território anteriormente ocupado pelos extremistas) não se realizará. Será então nessa altura que ocorrerão as primeiras seis Trombetas do Sétimo Selo (que são os acontecimentos do Décimo Segredo). Após o último acontecimento do Décimo Segredo (os Três Dias de Trevas), as pessoas concordarão em deixar-se governar pelo grande monarca católico e em deixar-se guiar pelo Pastor Angélico.

por Ronald L. Conte Jr.
publicado no dia 9 de Abril de 2007

Que Deus o(a) encha de graças e de paz durante os anos difíceis que se avizinham.


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